sexta-feira, 8 de abril de 2011

Não é fim, é recomeço

Eu vou do luxo ao lixo,
mas tudo bem

O sangue ainda pulsa,
o rio ainda corre,
o amor ainda nasce
e o vivo ainda morre

É como se eu fosse uma fênix
um nascer e morrer sem fim
na calmaria ou na tempestade
eu vou é cuidar de mim.

Um comentário:

Ju Rodrigues disse...

Meu Deus!, como eu AMEI o seu blog!
Você escreve com tanta alma..
Amei o poema!

Beijo :)