segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ria das pequenas tragédias

Te deixo mensagens em códigos, gestos e indiretas
e espero que isto não seja do seu conhecimento
porque há muito experimentei o contentamento
para me dar ao luxo de tentar coisas mais sutis

A você não devo culpar
te olhar já me faz um grande bem
sigo contigo até encontrar outro alguém
por quem eu platonicamente,
mais uma vez,
irei me apaixonar

Você que lê não me veja
como dada a lamentos e melancolia
pois a cada desencanto e a cada dia
meu senso de humor se prova melhor

Eu adoro toda esta auto-depreciação!
É algo tão teatral e tão libertador
que descobri que não há muito pudor
em minha relação com meu próprio ego.

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