sábado, 20 de novembro de 2010

Natureza dual

O badalar da meia-noite, o sino da igreja que toca incessante,
Me sinto tão viva com o orvalho em minha pele
que me falta discernimento:
o real abraça o sonho e assim vou eu pela madrugada.

Eu tenho a lua como holofote em meio a um milhão de estrelas,
Eu tenho a paz de uma criança e a ferocidade de um jovem rebelde.
O chiaroscuro é meu, figuradamente falando.
Eu sou um dualismo sem contradição porque faz parte do meu show.

Um comentário:

Anônimo disse...

Belissimas palavras, parabéns!

Fernando ( Vega Boats )