terça-feira, 6 de julho de 2010

Tempo e sanidade

Parece louco, tão pouco: eu não sei.
O dia, o breu, da moça e da decrépita.
Em desalinho, desalento e distorção
vai embora a meia-hora
carregando a vida pela mão.

Um comentário:

Kenia Cris disse...

Que leve ao menos consigo uma memória. Acho que tratando de tempo e sanidade, meu medo maior é esse, de não me lembrar da minha vida.

Beijo Ana!


(Quero aproveitar pra convidar você pra conhecer meu outro blog de poesia, passa lá quando tiver tempo, vou adorar vê-la por perto. http://coeurdepoetesse.blogspot.com) Beijosss